domingo, 11 de março de 2012

Parte da familia



A chave de toda a questão de ter um animal de estimação, de treiná-lo e mantê-lo, é o respeito pelo indivíduo. Você trata sua família nesta base e é assim que deve tratar também o seu gato. O animal de estimação tem sua própria personalidade e dignidade.
É seu dever preservar isto, lembrando que um contato especial entre seres humanos e animais exige um conhecimento mútuo das necessidades recíprocas.
Por amar o seu animal de estimação, você tem responsabilidades com ele. Seguindo estas Regras, você pode assegurar-se de que a sua responsabilidade com seu gato e com a sociedade foi corretamente cumprida.
CONSULTE SEMPRE O SEU VETERINÁRIO QUANDO HOUVER DÚVIDA QUANTO AO BEM-ESTAR DO SEU ANIMAL DE ESTIMAÇÃO.

Saúde dos gatinhos



Muitos donos não sabem que, assim como os cães os gatos também devem ser vacinados.
Graças à vainação,hoje os gatos já podem ser protegidos contra uma doença grave e muitas vezes fatal: a Enterite lnfecciosa dos Felinos (internacionalmente conhecida por F.l.E.). Esta doença é por vezes designada "Gripe dos Gatos'" o que leva a confundi-la com outra virose associada a corrimento dos olhos e do nariz.
A vacinação é feita em duas etapas, a primeira dada geralmente por volta das 8 semanas e a segunda, por volta das 12 semanas ou a critério do veterinário. Uma única dose de reforço por ano ajuda a manter a imunidade.
Os veterinários estão cientes sobre as doenças mais comuns na sua região e poderão aconselhá-lo quanto às datas das vacinas. A melhor medida é marcar uma consulta para vacinação tão logo você receba o seu filhote ou assim que desmamá-lo, caso você mesmo o tenha criado. Nesta ocasião, poderá discutir também a data de outros procedimentos rotineiros, como o sistema de vermifugação e castração. Siga sempre cuidadosamente as recomendações do seu veterinário. A vida do seu gato pode depender disso.

Castração


A menos que você queira que seu gato procrie, procure a orientação de seu veterinário sobre castração e outras formas de controle da reprodução. A castração das gatas (reprodutoras) é designada ovariectomia. A esterilização dosgatos é conhecida por castração. O melhor é discutir com o veterinário qual o procedimento a tomar.

Filhotes de gatos



Quando em fase de crescimento, os gatinhos têm necessidades maiores de alimentação: proteínas para criar músculos, mais cálcio e fósforo para o desenvolvimento dos ossos e uma enorme quantidade de outros sais minerais e vitaminas. Pode ser dado alimento em grande quantidade, bem como leite.
Mesmo quando é dado leite aos filhotes, é importante que eles tenham sempre água fresca disponível.
Em geral os filhotes são suficientemente ativos e bem constituídos para iniciar a ingestão de alimentos suplementares com quatro semanas Nesta fase, a mãe terá menos leite para dar Os filhotes nesta idade poderão comer ração adicionado ao leite.
Os filhotes desmamados de 7 ou 8 semanas devem ser alimentados ao menos três vezes ao dia.
Lembre-se que os filhotes crescem muito rapidamente e que o seu apetite e necessidade de alimentação aumentam também. É difícil super alimentar um filhote em crescimento se as refeições forem fornecidas conforme o indicado.
Alimente os filhotes sempre que achar conveniente e nunca menos que três vezes ao dia até eles completarem 6 meses. Caso haja sobra de alimento no comedouro, o mesmo deverá ser retirado em no máximo 15 minutos.

Gatas Gestantes



A gata necessitará de mais alimento quando tiver filhotes. Por esta razão, deve ser fornecida uma quantidade maior de alimento para o crescimento antes e após o nascimento dos filhotes, para assegurar a produção do leite.
Desde o inicio da gestação, a gata prenhe necessitará de mais alimento, cuja quantidade deverá ser aumentada gradativamente. Durante as últimas 2 ou 3 semanas do período de 9 semanas de gestação, ela estará comendo aproximadamente o dobro da quantidade normal.
Uma gata em período de lactação poderá necessitar até três vezes mais a quantidade normal de alimento quando os filhotes atingirem 3 ou 4 semanas e precisará ser alimentada com mais freqüência, variando a dieta para assegurar a nutrição adequada. É aconselhável dar á gata tanto leite quanto ela queira beber, desde que possa ser digerido convenientemente.

Leite, Gatos



A maioria dos gatos aprecia uma tigela de leite, mas alguns têm dificuldade de digeri-lo, o que poderá causar diarréia. Nestes casos, você deve reduzir a quantidade ou eliminar o leite. Assegure-se de que o seu gato tenha à disposição água fresca.

Gatos obesos



Os gatos raramente se tornam gordos, mesmo sendo animais bastante preguiçosos. Mas os gatos castrados podem muitas vezes tornar-se obesos. Para evitar isso, é aconselhável reduzir a quantidade de comida e alimentá-los de forma mais equilibrada.
Você pode dar ao seu gato metade da quantidade habitual de ração e observar se isto reduzirá o peso do animal de modo satisfatório. Em caso contrário, o regime alimentar deverá ser feito sob a supervisão de um veterinário.
Se normalmente você dá ao seu gato algum tipo de guloseima durante as refeições, suprima este hábito. Ele pode ser responsável pelo excesso de peso. Se o seu gato, além de gordo, parecer em más condições, leve-o sem demora ao veterinário, pois ele poderá estar precisando de tratamento.

Alimentação dos gatos


Quem tem um gato quer estar sempre seguro de que as refeições que serve a ele são não apenas apetitosas, mas também balanceadas para atender as necessidades de nutrição do animal.
lsso é possível com o uso do alimento especialmente preparado para ele. Hoje, existe no mercado, vários alimento completos e balanceados, que atende totalmente ás necessidades de nutrição dos gatos.
O alimento industrializado (Ração) deve ser introduzido aos poucos na alimentação dos gatos, para que eles se acostumem a mudança no paladar e na textura. Água fresca deve estar sempre á disposição do gato, qualquer que seja a dieta.
Os gatos diferem muito quanto a quantidade de alimento que necessitam, que varia conforme o tamanho, a raça, o estado e as características de cada animal. A maioria dos gatos está bem adaptada para controlar o alimento que ingerem em relação ás suas necessidades. Como , normalmente, os alimentos industrializados tem uma alta aceitação, poderá ocorrer do gato comer em excesso. Por esta razão, é sempre recomendável observar as indicações nas embalagens dos pacotes de ração.

Higiene do gatinho.



Uma vantagem que eu vejo dos gatos sobre os cachorros é que você nao precisa gastar horas, dias e tapetes até que seu filhote aprenda a fazer xixi e cocô no lugar certo! Os gatinhos precisam de uma bandeja sanitária própria para gatos (mais uma vez, se a grana estiver curta, um tuppeware do tamanho e volume certo dá conta de recado!) e de areia higiênica. “Posso usar areia comum?” Ué, até pode, mas só se for assim em úuuuultimo caso, porque a areia comum gruda nas…hum… ‘partes intimas’ de seu gatinho (e nas patinhas também) e, bom…. eu sou estagiária em microbiologia (e outras ‘cositas mas’…) na faculdade… pra mim tudo que gruda é fonte de contaminação… mas, se você estiver disposto(a) a limpar seu gatinho (inclusive as patinhas, que enchem a casa de areia) cada vez que ele for fazer um pipizinho, serve.
Mas o ideal é a areia higiênica, vendida em várias marcas, tamanhos, tipos e sabores! A grande facilidade da areia higiênica é que ela forma “gruminhos” em volta do xixi, ficando muuuuito mais fácil de limpar a caixinha de areia. Sem contar que algumas marcas aindaeliminam qualquer cheirinho ruim!
Todo dia você deve recolher os “gruminhos” com uma pá especial ou luva de procedimentos (aquelas luvas brancas de látex – luva de médico), evitando ao máximo que as excretas (ui! Termo técnico é sempre feio!) do seu gatinho tenham contato com a sua pele. E mais ou menos uma vez por semana, ou a cada 15 dias (dependendo da marca) deve-se trocar toda a areia da caixa.
“Mas como eu ensino meu gatinho a usar a caixa de areia?!” heh! Não precisa! Gatinhos já vem com essa habilidade “de fábrica”. É só você deixar a caixinha de areia em um lugar fácil, visível e longe de fontes de água e comida. De preferência um espaço bem arejado. O gatinho só deve ser ‘apresentado’ à caixinha de areia na hora que for fazer xixi e aí, uma vez que ele saiba onde está a caixinha ele já corre prá lá sempre que necessário! Fácil, rápido e indolor. Se sua casa for muito grande, é legal que tenha mais de uma caixinha de areia, para que o gatinho não precise andar aquela ‘lonjura’ toda quando precisar.
E quanto ao banho?! Em geral o gatinho se limpa sozinho, mas se você quiser uma ‘limpeza profunda’ pode sempre optar por um banho. Acostumando o gatinho com a aguadesde cedo, facilita muito na hora de dar um banho quando ele for adulto. Água morninha, sem usar produtos com cheito forte e muito amor, carinho e paciência são fundamentais. O primeiro banho tanto pode ser uma experiência agradável e limpinha quanto uma tortura. Muito cuidado ao manusear o gatinho na hora do banho. Tudo deve ser eito sempre com muita delicadeza, evitando traumas para o gatinho e arranhões e mordidas para você!

Adestramento de gatinhos: É possível?



Sim, sim! Muito possível. Lembrando que é que nem cachorro: quanto antes você ensina mais fácil de aprender é. É muito parecido com o adestramento de cães, mas os gatinhos costumam ser mais…hum….independentes. Então vão aí umas dicas básicas:
- Ensinar o gato a não subir no sofá, não arranhar os móveis, ou não fazer alguma outra coisa ‘errada’: Isso exige paciência! Você solta seu gatinho no “local proibido’ (a sala com o sofá novo, por exemplo) e fica ali, escondido só esperando pelo ato maléfico. Quando o gato se prepara para subir ou arranhar o sofá você, do seu canto escondido, emite algum tipo desom alto para assustar o animal. Pode ser bater um pedaço de jornal enrolado na parede, bater com uma colher de ferro no fundo de uma panela, dizer ‘não’ em tom firme e forte, sei lá, vai da sua criatividade. Depois de dois ou três sustos o seu gatinho já vai saber que aquela ação leva a um barulho ato que ele não gosta. E vai deixar de fazer. Lembre sempre de recompensar o gatinho quando ele fizer algo certo!
- Ensinar o gato a vir quando você chama: Tem gente que fala que o ruim de gato é que eles nunca vem quando você chama. Se você tiver um gatinho com um nome fácil e usar um tom de voz especial só pra ele (e recompensá-lo cada vez que ele vier) ele vai aprender logo a atender quando você chama. (Essa parte eu nunca consegui pôr em prática com o meu gato. Você chama ele, ele te olha com aquela cara de ‘o que é, mortal?!’ vira pro outro lado e dorme de novo…)
- Na hora de chamar para comer o item de cima também é válido. O ‘esquema’ é criar umapalavra própria para comida, numa entonação particular (pode ser “papar”, “comidinha”, “nhami nhami” sei lá…minha mãe fala “comida de gatô” e bate as tigelinhas três vezes na mesa. Os gatos vem correndo de onde estiverem na hora!).
- Petiscos, petiscos e hummmm….petiscos: Seu gatinho fez algo certo? Recompense com comida. Petisquinhos, um pouco de leite… o que ele gostar mais. Mas nunca esqueça: petiscos e amor gastronômico demais criam animais obesos! Muita calma nessa hora!
- Sentar, deitar, rolar, buscar a varetinha: Não. Isso já não dá. Não que o gato nao tenha inteligência suficiente para aprender estes comandos que nem os cães… aliás, eu acho que os gatos têm é inteligência demais pra isso. Eles devem pensar: ‘Pra que sentar se depois ele vai mandar eu levantar, e aí deitar e rolar…bah…vou é dormir que eu ganho mais…’.
O adestramento de um gato se resume em retirar ações indesejáveis e incluir ações desejáveis, mas mandar um gato sentar ou deitar é muito dificil! Tem gente que diz que conseguiu, mas eu ainda tô pagando pra ver!

OS OLHOS DO GATO




Tome de Neruda os seus óculos-gatinho para que meças dos felinos além do rms das papilas da língua, o infinito que há nos olhos deles descobertos.

Para que vejas nos oitos irisados e na difração daqueles laminares arco-iris, os lambdas que correspondem aos efes do vermelho ao violeta, sem contudo ultrapassar o C da constante universal relativista.

Sinta naquele terceiro olho da hipófise, coroa acima do hipotálamo, a interpenetração dos claros e escuros em um Tao que age na não-ação.

Depois admire no signo leminiscato a serpente que morde o próprio rabo.

Mas não te esqueças que naquelas infâncias, dos teus l_egos, construíste locomotivas próprias para atravessar dos black aos write-holes pelos Schwarzchild´s worm-holes, além do horizonte dos eventos.

Aí começaremos então a integrar os nossos chips, trocando elétrons através das cavidades, nos fractais mitológicos e nos seus arquétipos, e nas trevas dos tempos e nas auroras boreais.
A entropia é a medida do caos e os fractais a ordem no caos que há no caos.

De entre Eros e Thanatos, retiremos aquele espelho duplo colocado para que a eles só fosse possivel enxergar a vida-ou-a-morte e não a vida-e-a-morte, ao mesmo tempo.

Não sejamos Eros e Psiquê, em nossos amores hiperbólicos magnificados pelas lentes gravitacionais... para não sermos prosaicas criaturas, um homem , uma mulher, que passeiam de mãos dadas em uma vereda à sombra dos flamboayans.

Não precisamos ser herméticos e ao mesmo tempo polissemia destruidora dos signos da unívoca correlação que faz corresponder pelos significantes os significados, persiana na Saussureana/Pierceana semiologia/semiótica, para termos Insights e Blow-Ups e em Gritos e Sussurros, deixarmos de ser compreensíveis - porque o homem só enaltece aquilo que mal compreende...

Agora sim, despidos, conversaremos com Neruda, nós e ele, olhos-nos-olhos com as vistas descobertas, de poeta para poeta, para devolver aqueles óculos que pelo non-sense nos transformaram em profunda humanidade.
Marco Bastos

Sete vidas


SETE VIDAS

Quando a velhice nela se hospedou de vez com face de doença terminal, subjugando-a, anunciando a morte, Joana retornou à casa abandonada. Retirou a placa de vende-se, mandou capinar o outrora vicejante jardim, consertar e pintar a cerca de madeira, reparar as vigas de sustentação da varanda tomadas por cupim ou broca. Ah, quem dera pudéssemos fazer o mesmo com a gente, suspira enquanto vê o técnico trabalhando: tomara tantas injeções quanto, sem resultado. Acabara desistindo, apesar das súplicas de seus médicos e familiares; largara tudo sob protestos de todos. Sozinha de volta a casa mandou trocar lajotas do piso que o alto tráfego irremediavelmente arranhara. Raspar e pintar as bases das paredes perto do chão, tomadas pelo mofo proveniente da umidade do solo muito próximo à lagoa. Abriu para arejar todos os armários. Colchões e travesseiros expostos ao sol. A roupa quarando no varal, cheirando a limpeza. Ligou a geladeira e a abasteceu. As quatro bocas do fogão acesas: tant a! comida, parecia que receberia convidados além dos que já trouxera: a saudade e as boas lembranças.

Mirando-se no espelho do fundo do corredor se viu décadas atrás, jovem, feliz, saudável e rodeada de gente. Áureos tempos tinham aí vivido. Quanto alvoroço. Quanta balbúrdia. No silêncio da noite que avança, entre um grilo e outro quase pode ouvir o passado feito ouvirá daqui a pouco sua oitava Bachiana, posando de maestrina como sempre gostou de fazer, desde menina. Insana evocação, real como uma alucinação, praticamente podia vê-la, tocá-la. A casa tão cheia, constantemente algo faltando: uma almofada do sofá da sala passando por travesseiro, uma colcha servindo de coberta, toalhas de rosto enxugando o banho de uma visita extra, bem-vinda em qualquer ocasião. Quantas noites dormira lá fora enrolada na rede protegendo-se daquele ar frio que só aparecia na madrugada e despedia-se assim que o dia clareava, para dar lugar ao soberano calor. Quantas trilhas de formiga, displicentemente, sonolenta, acompanhara, nas raras silenciosas tardes quentes. Flores que as crianças semearam ! (e vira ambas crescidas). Árvores frutificadas. Quanto acordar com piados de filhotes de passarinho no ninho, no telhado logo acima do seu quarto. Quantas vezes deitada na grama quieta, o livro deixado de lado, só observando o vôo baixo do gavião, o saltitar do bem-te-vi na beirada do muro, os rasantes do nervoso beija-flor.

Se um gênio da lâmpada aparecesse agora talvez se espantasse com o seu pedido: voltar atrás no tempo, igual a um filme que se rebobina, viver tudo de novo, a mesma vida. Até os episódios dramáticos, como o susto daquele dia, Luísa com o pé sangrando, levada às pressas para o hospital para dar ponto. Ganharam novos amigos, o vizinho que acudiu era médico e passou a freqüentar com a família, assiduamente, seus churrascos de domingo. Ou quando Leandro, o caçula, se perdera andando de bicicleta nas imediações e fora trazido são e salvo pelo filho do vigia do condomínio vizinho, daí em diante seu inseparável companheiro de folguedos. Mesmo o assalto à mão armada que num fim de tarde de domingo sofrera, o único na antes e depois calma região, praticado por gente de fora que ali viera para um amistoso jogo de futebol. Levaram o carro com as malas dentro e lhe deixaram só o peso das horas de tensão pelo episódio vivido e a compaixão por gente capaz de tal barbaridade. Escapou ilesa, n! enhum arranhão a não ser na alma: por muitos meses tivera pesadelos de repetição com os bandidos, tentando elaborar o trauma. Daí em diante começou a espaçar as idas, só viria acompanhada.


Seria sua última viagem. Sem volta. Sua última morada antes da derradeira. Refletiria – se o tempo, generoso, permitisse – sobre sua vida plena, suas atuais mazelas, seu envelhecimento. Fizera pela casa o que não mais podia fazer por si mesma. Consertada, reformada, bem cuidada assim, outras sete vidas viveria. Seus alicerces eram bons, sólidos, sobrevivera às intempéries, à violência. Joana não, encaminhava-se para a demolição interna espontânea, apesar de que foram dias (e noites) suntuosos de linguagem. A divina, musical, e a dos homens: falando pelos cotovelos, pelos quatro cantos, da calçada ao quintal dos fundos, do nascer ao por do sol. A casa escutando, acolhendo. Herdeira de sons, de energia, e finalmente de seu corpo, servindo-lhe de pré-epitáfio.

Encontraram-na caída, serena, um leve sorriso esboçado. Ao seu lado, olhar triste e zeloso de quem entendia e sentia mais do que ninguém, seu velho gato, incrivelmente rouco de tanto miar.
Ana Guimarães

Gatinhos fofos *-*










quarta-feira, 7 de março de 2012

Frases do Doutor House *-*





Aprendi...

“ Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém.

Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e Ter paciência, para que a vida faça o resto.

Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las.

Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos.

Que posso usar o meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.

Eu aprendi...Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida.

Que por mais que se corte uma pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.

Aprendi... Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência.

Mas, aprendi também que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.

Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles.

Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sente.

Aprendi que perdoar exige muita prática.

Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso.

Aprendi... Que nos momentos mais difíceis, a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.

Aprendi que posso ficar furioso, tenho o direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel.

Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso.

Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, e que eu tenho que me acostumar com isso.

Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.

Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso.

Eu aprendi... Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto;

Aprendi que numa briga preciso escolher de que lado eu estou, mesmo quando não quero me envolver.

Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem.

Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida.

Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.

Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio.

Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério.

E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos.

Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre.

Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.”
William Shakespeare

"De almas sinceras a união sincera
Nada há que impeça: amor não é amor
Se quando encontra obstáculos se altera,

Ou se vacila ao mínimo temor.

Amor é um marco eterno, dominante,
Que encara a tempestade com bravura;

É astro que norteia a vela errante,

Cujo valor se ignora, lá na altura.

Amor não teme o tempo, muito embora
Seu alfange não poupe a mocidade;

Amor não se transforma de hora em hora,
Antes se afirma para a eternidade.

Se isso é falso, e que é falso alguém provou,

Eu não sou poeta, e ninguém nunca amou".

E, Por Sermos... Amores...Amados...Amantes...Amigos...
Tudo Dito, É Verdadeiro E Por Sê-Lo, Devemos Seguir,
Como Mandamentos, Imperioso À felicidade...!!!!!
Beijos...!!! Abraços...!!! Um Cheiro...HHHUUUMMM...!!!!
William Shakespeare
Olá pessoal, voltarei a postar coisas novas toda semana *-*